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REFLEXÃO: arquitetura contemporânea

A arquitetura contemporânea, exprime de muitas formas e linguagens as inúmeras possibilidades projetuais que podemos obter, com a enorme gama de materiais e tecnologias disponíveis nos dias de hoje. Assistimos a uma enxurrada de formas, conceitos e embasamentos que muitas vezes nos deixam em dúvida quanto a sua veracidade, ou mesmo, sua capacidade de se tornar um objeto de estudo, digno dos bons resultados. Analisemos então, algumas imagens, obtidas através de uma busca específica na web, sobre arquitetura contemporânea, resgatando na análise pontos de destaque, e ao final disso, iremos exprimir a nossa reflexão sobre a boa arquitetura na contemporaneidade.

BREVE LEITURA DE OBRAS



O edifício causa a uma primeira impressão uma comodidade ao olhar. Pois as suas linhas se abrem para os outros edifícios, que aparentam ser de pelo menos duas gerações distintas. Mas antes de fixar o olho na edificação, o olho é pego pelas linhas horizontais do lado direito da tela, dada pela edificação logo atrás. Ao transpor o campo de visão para o centro da edificação, percebe-se a bela composição que se forma na paisagem. Nota-se o uso de materiais modernos e contrastantes com as outras edificações

Um breve diálogo…

Mateus: E esse aí?

Luiz: Esse aí não, cara…

Mateus: Por quê, mén?

Luiz: Porque parece um ferro de passar roupas…Nesse exato momento, isso aí, parece um ferro de passar roupas.

Ele atraí pela pureza, se comparado aos outros que o cercam. Porém, poderia haver mais equilíbrio se trabalhasse mais a vegetação. Destaque para as suas linhas, que parecem terem sido feitos com uma fiadíssima navalha. Ela nos remete a uma arquitetura industrial high-tech; parece-nos como algo mais comercial, ou seja, apela ao marketing para se estabelecer na paisagem.

fonte: busca web

O edifício deixa transparecer uma adição e subtração de linhas, trabalhadas em um cubo. Aparentemente, nota-se um certo cuidado em relação às aberturas e suas medidas. O concreto, aparentemente, moldado em pranchas de metal, lembra, em muito, os enormes containers de estocagem de material, os quais são protegidos pela sua força e resistência física. A edificação deixa transparecer essa força em seu exterior, nessa primeira abordagem.

O PODER DO PRISMA

fonte: busca web

Após essas rápidas leituras, e muita discussão, vamos abordar e caracterizar um pouco, as pirâmides do Egito. As quais podemos considerar ser a grande prova de como ou quanto, uma edificação pode ser considerada de boa arquitetura, ou não. Pois ela não é apelativa, e não é apenas uma simples massa de modelar, graças aos avanços, adjuntos da tecnologia da engenharia, por exemplo. Ela passa a ser a grande beleza que convence pela sua simplicidade e pela sua soberania, exprimindo um grande mistério quanto a sua força e equilíbrio. Atraí a atenção a uma contemplação indiscutível, pois reflete o máximo e o inexplicável poder arquitetônico, de seu contexto. Muito diferente daquela arquitetura que seduz e ludibria, com produtos que, muitas vezes, fogem do contexto no qual está inserido trazendo consigo uma razão, um conceito, uma significado plausível, indiferente das inúmeras possibilidades construtivas. Devemos então nos lembrar que, às vezes, “menos é mais” (L. Mies van de Rohe). E que a arquitetura seja atraente e misteriosa com as pirâmides, ao mesmo tempo em fique claro a sua relação com o contexto no qual está inserido.

texto: mateus troian danieli

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